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Compras

Os mercados são o melhor local para encontrar produtos tipicamente guineenses, mas existem também instituições que ajudam os mais desfavorecidos através da venda de artesanato.

Ainda a recuperar da guerra civil e das sucessivas tentativas de golpe de Estado dos últimos anos, e sendo a Guiné-Bissau um país bastante pobre, não espere encontrar lojas de grandes dimensões e muito menos marcas luxuosas. Mas esse também não é o objetivo de quem viaja para Bissau. Por isso, a melhor forma de fazer compras é visitar os mercados locais. O Mercado Central foi destruído durante os conflitos, restando por isso feiras e locais ao ar livre, como o Mercado de Bandim, o maior de Bissau. Fica no centro da cidade e oferece uma grande variedade de produtos locais, como cestos e os tecidos típicos guineenses. Estes panos coloridos podem ser usados para fazer roupa ou toalhas e almofadas, por exemplo. Neste mercado convém regatear o preço, até porque os valores estão constantemente a mudar. Comprar no Centro Artístico Juvenil (www.centroartisticojuvenil.blogspot.com), no Bairro de Missira, é uma forma de conhecer o artesanato guineense, contribuindo também para ajudar os jovens artistas que aí estudam. O valor das vendas das esculturas em madeira reverte para os seus autores, que vêm de outras partes do país para estudar em Bissau. No Bairro de Belém fica a Tiniguema, uma organização não governamental que trabalha para o desenvolvimento da comunidade e para a preservação dos recursos naturais. Na sede vendem-se calendários e postais com imagens de Bissau, mas também cestos e produtos como compotas, especiarias ou óleo de palma. Como não existem terminais para pagamentos automáticos e há apenas duas caixas multibanco em toda a cidade, o melhor será fazer os pagamentos em dinheiro.

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