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Varsóvia

Chegar a Varsóvia é ficar com a sensação de que existem duas cidades: a velha e a nova. Diferentes tipos de arquitetura, mas também de história, dão origem à riqueza cultural atualmente existente. No verão, espere espetáculos a cada esquina e em cada praça. No resto do ano, encontra uma cidade povoada de estudantes, já que em cada seis habitantes um frequenta a universidade.

A origem da capital da Polónia remonta à Idade Média, mas a memória histórica leva-nos ao final da II Guerra Mundial e à reconstrução total da cidade. Mesmo de férias, não é possível entrar em Varsóvia e ficar indiferente a todas as influências e invasões de que foi alvo (foi invadida pelos suecos, pelos alemães e pelos russos). São marcas e contrastes bem presentes, sobretudo na parte antiga da cidade. Antes da II Guerra Mundial era uma cidade rica em tradições, costumes e tolerância. O conflito mundial que eclodiu em 1939 mergulhou Varsóvia num dos períodos mais negros da sua história, marcado pela ocupação nazi e pela destruição quase completa (85% dos seus edifícios foram destruídos). Todos os anos esta cidade de muitos contrastes recebe milhões de turistas, que se deliciam com os seus milhares de edifícios históricos, dezenas de museus e a vasta oferta cultural. Com 1 milhão e 700 mil habitantes, Varsóvia tem mais de 300 mil estudantes. Qualquer época do ano é boa para visitar a cidade, mas se não suporta frio e muita neve o melhor mesmo é evitar o inverno.