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Conselhos de Saúde

Se tem alguma doença ou está numa situação clínica específica (gravidez, cirurgia recente ou outra), leia com atenção estas condições antes de planear a sua viagem.

     
 

Se se identifica com alguma das situações abaixo, ou se sofre de outra doença grave ou incapacitante, deve solicitar à companhia aérea uma Autorização Médica para Embarque (MEDIF).

Envie à TAP Portugal o impresso MEDIF (Part 2) devidamente preenchido pelo seu médico assistente. Depois de este documento ser analisado por um médico TAP, a companhia aérea informará o/a passageiro/a se pode viajar e em que condições.

Não se esqueça de levar consigo no avião a sua medicação habitual, na bagagem de mão e de tomá-la sempre de acordo com a prescrição médica.

A TAP Portugal aconselha: se usa medicação injetável (ex: insulina) e vai viajar para um país de recursos limitados, leve sempre consigo uma provisão de medicamentos, agulhas e seringas suficiente para a viagem e estadia, e leve também a respetiva indicação médica escrita.

Deverá solicitar uma Autorização Médica para Embarque nos seguintes casos:

  • Apresenta gessos ou talas de imobilização; 
  • Apresenta doença cardíaca crónica (ex.: angina de peito, insuficiência cardíaca); 
  • Apresenta doença respiratória crónica (ex.: bronquite, enfisema); 
  • Enfarte agudo do miocárdio recente; 
  • Acidente vascular cerebral recente;
  • Apresenta doença infeciosa ativa ou contagiosa não tratada; 
  • Apresenta doença psiquiátrica não controlada; 
  • Internamento hospitalar recente; 
  • Cirurgia recente, em particular torácica, abdominal, craniana ou ocular; 
  • Necessidade de transporte em maca; 
  • Necessidade de cuidados médicos, de enfermagem ou paramédicos; 
  • Necessidade de oxigénio extra ou outro equipamento médico a bordo; 
  • Grávida com complicações ou após as 36 semanas de gestação ou 32 semanas quando a gravidez é múltipla; 
  • Bebé com idade inferior a 7 dias. 

E ainda:

  • Se sente doente, febril, com tosse persistente ou vómitos; 
  • Tem diabetes ou epilepsia, com complicações recentes e/ou quando existam outras patologias com as quais o voo possa interferir;
  • Apresenta falta de ar ao andar ou subir escadas; 
  • Apresenta manchas na pele que poderão ser compatíveis com doença contagiosa; 
  • Apresenta confusão mental, comportamento estranho ou inapropriado, nomeadamente sugestivo de intoxicação por álcool ou drogas; 
  • Apresenta qualquer doença não controlada ou passível de ser agravada pela viagem; 
  • Apresenta condição física ou comportamental que possa ser perigosa ou de desconforto para os outros passageiros, nomeadamente em termos de segurança de voo, pontualidade da operação ou passível de potenciar divergência do voo.

 

Para viajar sozinho, deverá ser capaz de:

  • Respirar espontaneamente sem necessidade de oxigénio suplementar;
  • Alimentar-se autonomamente;
  • Transferir-se do lugar para a cadeira de rodas;
  • Comunicar com a tripulação e seguir os seus conselhos ou instruções;
  • Usar os sanitários sem ajuda da tripulação;
  • Administrar a sua própria medicação.

 

Deverá fazer-se acompanhar por outro passageiro, sem outra doença relevante, se for incapaz de:

  • Desapertar o seu cinto de segurança, abandonar o seu lugar e alcançar uma saída de emergência sem ajuda;
  • Retirar e colocar o colete de segurança sem ajuda;
  • Colocar a máscara de oxigénio sem ajuda;
  • Compreender o briefing de segurança ou qualquer conselho ou instrução dados pela tripulação de forma acessível, em caso de emergência.

 

Esta listagem constitui uma orientação para as situações médicas mais frequentes, em caso de dúvida contatar UCS - Cuidados Médicos de Saúde, bem como para marcar uma consulta do viajante.