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Bamako

Bamako: Cultura

Guia de destinos
 

Cultura

A máquina fotográfica é presença frequente nas ruas de Bamako, onde, de dois em dois anos, tem lugar uma das mais importantes mostras de fotografia em todo o continente e onde os cinemas proliferam. Os museus também não faltam, assim como a arte, que se dá a conhecer nos locais mais improváveis.

Em Bamako, a capital de um dos maiores países africanos, quase tudo é feito em grande, e a cultura não foge à regra. Assim acontece com o Museu Nacional, cujo edifício foi desenhado pelo arquiteto Jean-Loup Pivin em 1982, e renovado e reinaugurado em 2003, para mostrar o melhor da cultura maliana. Com uma vasta coleção de peças de barro, estatuetas, roupas, tapeçarias, máscaras e objetos tradicionais africanos, é o segundo maior museu de todo o continente e um dos mais destacados museus etnográficos da África Ocidental. Imperdível é também o Museu Muso Kunda, que, apesar de pequeno, chama a atenção por ser inteiramente dedicado às mulheres do Mali e à sua diversidade étnica e cultural. Em La Maison des Artisans encontram-se artistas e artesãos vindos de todos os pontos do país, que ali vão mostrar o que de melhor se faz nas suas regiões. E porque esta é uma cidade que se enche de música, na zona de bares e discotecas conhecida como Les Maquis reúnem-se jovens músicos malianos que inundam as ruas de talento. Quem quiser ver um filme, pode fazê-lo nos inúmeros cinemas que despontam em Bamako. E, já que se fala de máquinas fotográficas, estas ganham lugar de destaque na Bienal Africana de Fotografia – Encontros de Bamako, que traz à cidade a nata da fotografia africana e até mesmo mundial.

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