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Cultura

Mais de 20 museus, 100 galerias de arte e cerca de 20 salas de espetáculo são números bem demonstrativos da riqueza cultural de Dusseldorf, uma cidade que preserva o passado mas que se rende diariamente a novas formas de criação artística.

A riqueza do património artístico de Düsseldorf está intimamente ligada ao seu patrono, Jan Wellem, que, influenciado pela sua segunda mulher, Luísa de Medici, criou as bases para que a cidade se tornasse num dos maiores centros de arte mundial. Mais de 300 anos depois, as coleções do Museu de Arte da Renânia, de Westfália do Norte (www.kunstsammlung.de), do Museu Kunst Place (www.smkp.de ) e do NRW-Forum (www.nrw-forum.de) são um sinónimo de que essa tradição não se perdeu. A fotografia é uma das artes com maior representatividade, até porque foi da Escola Becher, em Dusseldorf, que saíram nomes como Thomas Ruff, Thomas Struth, Candida Höfer e Andreas Gursky. A Academia de Artes (www.kunstakademie-duesseldorf.de), com cerca de 1800 estudantes, garante a renovação do panorama artístico, formando e promovendo novos talentos. As salas de espetáculo, que incluem teatros e salas de concerto, ultrapassam as duas dezenas e abrangem várias áreas, chegando assim a um número cada vez maior de pessoas. Entre os mais importantes destacam-se o Teatro Capitol (www.capitol-theater.de), o maior da cidade, tendo capacidade para 1250 pessoas, e o Schauspielhaus (www.duesseldorfer-schauspielhaus.de), com quatro palcos e que funciona também como laboratório de teatro experimental. A ópera tem programação regular na Deutsche Oper am Rhein (www.rheinoper.de), existindo ainda uma série de pequenos espaços, como o Cabaret Kom(m)ödchen (www.kommoedchen.de) ou o Komödie (www.komoedie-duesseldorf.com), com produções mais vocacionadas para o grande público.

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