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Aventura

Subir ao alto do Pico é obrigatório. É a montanha mais alta de Portugal, mas só deve ser visitada na companhia de um guia. Aventura, coragem e desafio são os segredos para quem quer chegar lá acima. Os mesmos que se podem aplicar a quem parte à descoberta dos muitos trilhos pedestres. Mais calmas são as viagens para a observação de baleias.

Incontornável para quem, ao longe (mesmo de outras ilhas), avista o topo da montanha, com ou sem nuvens, é uma subida ao Pico. Aconselha-se a ajuda de um guia, que durante o trajeto ajuda a perceber a história e os segredos dos locais por onde vai passando. A subida aos 2351 metros exige algum esforço. No final, respire fundo e aprecie a magnífica vista que alcança todas as outras ilhas do Grupo Central: Terceira, Graciosa, São Jorge e Faial. Não deve perder o inesquecível espetáculo do nascer do sol que pode observar a partir do alto do Pico Pequeno. Já os trilhos pedestres da ilha do Pico, devidamente assinalados, estão enquadrados nos primitivos acessos, situados entre o mar e a montanha, e que ajudam a conhecer o património natural do Pico. Em São Roque do Pico, o trilho de Santana, em Lagido, começa por um caminho que vai até à Vigia da Baleia, a partir do qual poderá desfrutar de uma vista privilegiada sobre o canal, ou ainda o da Ladeira dos Moinhos, cujo trajeto passa por seis moinhos de água e uma eira antiga em pedra. Outra atividade a não perder é a observação de baleias e golfinhos. Existem diversas saídas para o mar (manhã e tarde) e o passeio tem a duração aproximada de três horas.

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