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Cultura

A história do Pico está marcadamente associada à da caça à baleia, tradição secular na ilha. As suas águas atraíam mesmo pescadores de outras zonas, isto entre os séculos XVIII e XIX. O encerramento da atividade aconteceu em 1987, quando foi capturado o último cachalote nas águas dos Açores. Agora toda a história é contada nos museus ou pelas vozes das gentes que lá moram.

A ilha do Pico tem três museus que deve visitar. Cada um deles, em concelhos diferenciados, são excelentes formas de conhecer a história e o património cultural único desta ilha. Na zona da Madalena fica o Museu do Vinho, onde encontra a história da cultura vitivinícola da ilha. Em São Roque vai-se deparar com o Museu da Indústria da Baleeira, com os segredos de uma fábrica que noutros tempos foi fulcral para a sobrevivência dos habitantes da ilha. A caça à baleia foi, no passado, uma atividade crucial e marcante para quem ali mora. E claro que originou uma produção e comércio de produtos de artesanato que são hoje reconhecidos pelo mundo fora. Na zona das Lajes vai encontrar o terceiro museu a não perder: o Museu dos Baleeiros, que retrata a tradição de caça às baleias. Aliás, esta é uma cultura que continua muito viva. Em agosto celebra-se a Semana dos Baleeiros, em honra de Nossa Senhora de Lurdes, a padroeira destes caçadores. Deleite-se ainda, nas Lajes, com paisagens deslumbrantes, como o Forte de Santa Catarina, datado do século XVIII, ou o Convento Franciscano, dos séculos XVII/XVIII. Este é também um concelho marcado pela importância vinícola. Nos seus solos vulcânicos produzia-se o famoso vinho verdelho, apreciado em países como Inglaterra, América e Rússia.

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