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República Checa

Os castelos levam-nos para a austeridade da Idade Média, mas os palácios resgatam-nos dessa época de escassez, transportando-nos para ambientes faustosos em que a aristocracia local tinha muito poder. É o país ideal para explorar de carro, sem grande rota definida, pela surpresa das povoações muito bem conservadas que nos interrompem o caminho.

Bem no coração da Europa, não tinha como fugir a uma história de grande agitação. Mas se a localização lhe trouxe dissabores, também contribuiu para a riqueza do património de um país que não chega aos 79 quilómetros quadrados. São mais de 2000 castelos e palácios, muitos deles em centros históricos classificados pela UNESCO, dando-nos a ilusão de que estamos em cidades de outra época. Mostram como a República Checa tem muito para explorar, além do verdadeiro museu vivo que é Praga, a capital. Sem costa marítima, o clima varia entre o temperado e o continental, com Verões moderados e Invernos pouco rigorosos para os padrões da região. É um país com algumas áreas montanhosas, como nos Cárpatos, que definem a fronteira com a Eslováquia, país com o qual formou a Checoslováquia até ao início de 1993. No Norte, na transição para a Alemanha e a Polónia, estão os montes Sudetos, onde o pico mais alto do país se eleva até aos 1602 metros, ficando a faltar a Áustria para completar a lista de vizinhos. A força dos seus intelectuais revelou-se na vontade de afastarem o país do Pacto de Varsóvia, em 1968. A Primavera de Praga terminaria com a chegada dos tanques soviéticos. Mas a suavidade parece fazer parte de um país que recuperou a independência numa “revolução de veludo” em 1989.

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