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Viaje pela nova Carta de Vinhos!

Voe pelo mundo e desfrute dos melhores vinhos com a TAP!

     
 

Carta de Vinhos TAP

Para a TAP é importante encontrar vinhos que espelhem a qualidade, riqueza e variedade das castas portuguesas. De forma a conseguir chegar a um grande número de produtores, a companhia contactou a ViniPortugal para difundir junto das Comissões Vitivinícolas de cada região os vinhos brancos e tintos e os espumantes pretendidos.

Após a organização de uma inovadora prova a bordo, foi possível perceber as características dos vinhos e aquilo que os torna mais interessantes em altitude, bem como identificar aqueles que ligam melhor com a refeição.

A nova carta de vinhos TAP é, então, o resultado dessa criteriosa seleção feita por um painel de conceituados especialistas portugueses e brasileiros.

 

Classe Executiva

A seleção da nova carta de vinhos para a tap|executive resultou de uma experiência inovadora: uma prova de vinhos realizada em terra, seguida de uma contraprova a bordo de um avião.

Esta experiência foi fundamental para que esta nova carta de vinhos refletisse a qualidade da produção vinícola portuguesa atual e fosse um motivo para tornar a sua viagem ainda mais agradável.

A nova Carta de Vinhos da tap|executive foi selecionada por um painel formado por experts, enófilos e enólogos do Brasil e de Portugal, liderados por João Paulo Martins.

Do Brasil: Ricardo Castilho, Marcelo Copello e Dânio Braga.
De Portugal: Maria João de Almeida, Rui Falcão, Pedro Garcias, Luis Antunes e Fernando Melo.

Colinas (Bairrada, 2007)
Um tinto consistente, elaborado com a casta rainha portuguesa, a Touriga Nacional, e as francesas: Cabernet Sauvignon e Merlot. De aroma e sabor apetecíveis, sobressaem as amoras maduras e ameixas pretas. O corpo é estruturado e envolvente, com boa acidez. Um tinto polido e sumarento, com garra e frescura.

Dona Maria (Alentejo, 2010)
Um tinto de aroma a frutos vermelhos e notas de tosta da barrica onde estagiou. Tem um sabor rico e profundo, é muito equilibrado, fresco e persistente. Ideal para acompanhar carne, caça e queijos amarelos semiduros.

Churchill’s Estates Grande Reserva (Douro, 2007)
Um tinto com grande profundidade, complexo e requintado. No aroma é frutado e na boca é cheio, com aromas de fruta madura, arbusto, especiarias e madeira.

Casa Ferreirinha Callabriga (Douro, 2010)
Um vinho jovem, de aroma intenso a frutos vermelhos maduros, algum floral, cacau, especiarias e ligeiras notas balsâmicas. Na boca, continua a sentir-se a juventude da fruta.

Vale da Raposa (Douro, 2010)
Tinto com boa estrutura e personalidade. De aroma e paladar frutados, tem algumas notas florais, de cacau, especiarias e nuances da madeira onde estagiou.

Quinta da Alorna Reserva Arinto / Chardonnay (Tejo, 2012)
A Arinto dá-lhe a frescura da fruta e os aromas citrinos e o Chardonnay dá-lhe a fruta madura e as elegantes notas fumadas. Revela boa estrutura, equilíbrio e acidez.

Esporão Verdelho (Alentejo, 2012)
Branco aromático, equilibrado e único. De aroma vibrante e frutado, na boca, é fresco e repleto de delicados apontamentos minerais, com um final longo e persistente.

Paulo Laureano Reserve (Alentejo, 2012)
A casta Antão Vaz assume o protagonismo neste vinho de cor citrina, aroma tropical e especiarias. Com boa estrutura, é cheio, untuoso, fresco, elegante.

Poças Reserva (Douro, 2011)
Produzido apenas em anos excecionais, é um branco com aroma de fruta de polpa branca madura, ligeiro citrino maduro, o todo bem conjugado com notas leves de baunilha da barrica onde estagiou.

Cabriz Espumante Dão Special Edition Bruto (Dão, 2011)
A bolha é fina, o aroma frutado, evidenciando-se a fruta de polpa branca e um sabor a lembrar a maçã verde. Tem uma estrutura consistente, é fresco, e com um bom final de boca.

Luís Pato Espumante Blanc de Blancs (Bairrada, 2012)
A casta Maria Gomes encontra-se aqui quase na sua totalidade (95%), o que lhe dá os aromas frutado e floral, mas complementada pela frescura da Arinto (5%).

Ferreira Quinta do Porto 10 anos Tawny (Douro)
O aroma oscila entre os frutos secos e maduros, com notas de especiarias e algum toque floral. No paladar, nota-se uma boa frescura, equilíbrio e boa persistência.

Graham’s 10 anos Tawny (Douro)
Tem um aroma complexo a frutos secos a lembrar nozes combinadas com notas de mel e figos. No paladar, é rico e aveludado, com um final rico e longo.

 

Classe Económica

Na tradição portuguesa, os vinhos são essenciais à mesa para acompanhar a comida e como elemento de convívio.

Por isso são tão gastronómicos e pensados para a nossa tradição culinária.

A TAP procura fazer esse trabalho, equilibrando os vinhos com os menus oferecidos aos passageiros.

Monte Velho (Alentejo, 2012)
Produzido com as castas Aragonês, Trincadeira, Touriga Nacional e Syrah, é um tinto simples, de perfil frutado, redondo, fácil de beber, elegante, com alguma profundidade.

Casa Ferreirinha Esteva (Douro, 2012)
O aroma é frutado e no paladar permanece frutado, com um leve toque a especiarias. Tem estrutura média, bom corpo, volume e acidez.

Vila Régia (Douro, 2012)
Vinho simples, de perfil frutado e elegante, consistente. Produzido com castas tradicionais da região. Deve ser bebido fresquinho como aperitivo ou para acompanhar pratos simples.

Paulo Laureano Clássico (Alentejo, 2012)
Paulo Laureano selecionou as castas portuguesas Antão Vaz, Roupeiro e Fernão Pires para produzir este branco de aroma tropical e citrino, paladar fresco e frutado.

Colinas Espumante Brut Nature (Bairrada, 2010)
De bolha fina, é fresco e vibrante de aroma citrino, mineral e discretas notas tostadas. Encorpado, com perfeita acidez a dar muita frescura ao conjunto.