Voar com animais

Os cães de assistência são bem-vindos a bordo da TAP

Na TAP, os cães são os únicos animais de assistência permitidos a bordo. O seu transporte é gratuito e, normalmente, é efetuado na cabine.
Retomada do transporte de animais no porão em voos com escala
Foi retomado, em 5 de agosto, o transporte de animais no porão nos voos TAP com escala.

Os cães de assistência permitidos a bordo dos nossos voos podem ser do tipo:

Cães de assistência

São da categoria dos Animais de Assistência (SVAN) e recebem treino para executar tarefas de auxílio ao dono/tutor tais como:

  • Cão-guia: ajuda pessoas com deficiência ou incapacidade visual.
  • Cão-ouvinte: ajuda pessoas com deficiência ou incapacidade auditiva.
  • Cão de serviço: cão de busca e salvamento, ou de assistência a pessoas com mobilidade reduzida.
  • Viajam sempre na cabine, aos pés do dono/tutor, sem transportadora mas sempre com trela.

Cães de assistência emocional 

São da categoria dos Animais de Assistência Emocional (ESAN), por serem cães usados para fins terapêuticos, na cura e tratamento de doenças psicológicas e psiquiátricas. Não precisam ser de uma raça específica ou ter qualquer treino além do básico. 
 
Viajam na cabine, na maioria dos voos, se couberem em caixa de transporte flexível de até 40x33x17cm / 15x12x16in (CxLxA) e cujo peso total (caixa de transporte + cão) não exceda 8kg / 17lbs.

O que você precisa para poder voar com o seu cão de assistência?

Para viajar com um cão de assistência ou de assistência emocional na TAP você sempre deve solicitar este serviço, no balcão ou através deste formulário, com uma antecedência mínima de 48 horas antes do voo.

As condições de transporte e a documentação a apresentar variam conforme o tipo de cão de assistência a transportar, o seu peso e a origem e destino do voo.

Transporte de cães de assistência

Os cães de assistência, onde se incluem os cães-guia, os cães ouvintes e os cães de serviço (cães de busca e salvamento, ou de assistência a pessoas com mobilidade reduzida), viajam sempre na cabine, junto ao dono. Para isso é necessário que o cão:
  • Esteja devidamente identificado como Animal de Assistência (SVAN) e ter documentação que comprove que tem treino oficial e certificado.
  • Tenha um passaporte animal, emitido por um veterinário, que ateste a sua identificação e a vacinação antirrábica, ou, em países que não emitem passaportes de animais, um certificado de saúde veterinário oficial.

Condições obrigatórias para o transporte de cães de assistência

Para garantir a segurança e bem-estar de passageiros e animais, os cães de serviço devem ser transportados nas seguintes condições:  

  • Sem caixa de transporte, nos pés do dono.
  • Sempre com a coleira colocada.
  • Sem ocupar um lugar de passageiro.
  • Sem se movimentarem na cabine.



Transporte de animais de assistência em voos com escala

Se estiver viajando com seu cão de apoio em um voo com escala, observe:

  • Dependendo do itinerário e do peso total combinado (animal + mala de transporte), o animal pode ter que viajar durante parte da rota na cabine e outra parte no porão - é o caso de voos entre Estados Unidos e Europa (por exemplo, Nova York - Lisboa - Madri).
  • Se o animal for transportado na cabine e no porão, você deve garantir que o tempo de conexão (tempo entre dois voos) seja de pelo menos 3 horas, para garantir que todos os processos e procedimentos necessários sejam concluídos.
  • Se o animal viaja na cabine e depois no porão na segunda rota, você deve providenciar a caixa de transporte para o animal no ponto de origem.
Tem outras dúvidas sobre o transporte de cães de assistência?
    Por favor, leia nosso FAQ.

As informações aqui presentes são exclusivas a trânsitos não comerciais de cães reconhecidos como Animais de Assistência (SVAN) e Animais de Assistência Emocional (ESAN). Caso necessite de informações relativas à importação e exportação de animais, você deve entrar em contato com as devidas embaixadas ou consulados.

A TAP cumpre com os seguintes regulamentos em vigor:
- Regulamento da UE n.º 1107/2006 de 5 de julho de 2006 sobre os direitos de passageiros com mobilidade reduzida;
- Código das Regulamentações Federais, Capítulo 382 da DOT dos EUA, em vigor desde 13 de maio de 2009, aplicável aos passageiros viajando de/para os EUA.